Você tem que encontrar o que você ama

Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.

A primeira história é sobre ligar os pontos.

Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.

Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”

Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.

Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.

Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.

Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço. Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.

Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.

Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.

De novo, você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.

Minha segunda história é sobre amor e perda.

Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.

E aí fui demitido. Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.

Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].

Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida. Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.

A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.

E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.

Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama. Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.

Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz.

Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não sossegue. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.

Minha terceira história é sobre morte.

Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: “Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?” E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.

Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.

Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.

Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.

Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.

Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.

Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.

Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.

O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.

Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.

Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.

E o mais importante: tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição. Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.

Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.

Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.

Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:

“Continue com fome, continue bobo.”

Programador desde os seis anos de idade, Daniil Kulchenk conciliará emprego na companhia que adquiriu sua startup com colégio.

Em uma transação de valor não divulgado, a startup norte-americana Phenona foi vendida à companhia canadense ActiveState na última terça-feira (14/06). Seria uma notícia quase corriqueira – visto que a aquisição por uma empresa maior é o caminho natural de muitas startups –, não fosse o fato de que o CEO e fundador da startup em questão é um jovem de apenas 15 anos.

Daniil Kulchenk, que começou a trabalhar na ideia por trás do negócio dois anos atrás, será incorporado ao time da ActiveState, mas vai trabalhar apenas meio período – na outra metade do dia, continua frequentando o colégio.

O jovem de Seattle começou a “brincar” com a programação em HTML aos seis anos de idade e, aos 11, já era administrador Linux freelancer.

“A Phenona nasceu com uma ideia dois anos atrás: oferecer a melhor maneira possível de implementar aplicações Perl na nuvem com o mínimo tempo e esforço”, ele conta, no blog da empresa.

A ActiveState, empresa especialista na linguagem de programação Perl que adquiriu a startup, foi fundada em 1997, quando Kulchenk tinha apenas um ano de idade.

“Daniil é um programador talentoso e compartilha a nossa visão de simplificar o desenvolvimento na nuvem. A integração da Phenona com ActiveState vai permitir que as soluções baseadas em nuvem que estão sendo criadas por desenvolvedores e as empresas cheguem mais rápido ao mercado”, disse Bart Copeland, presidente e CEO da ActiveState, em comunicado oficial.

Em seu blog, ele se descreve como um “desenvolvedor de software, designer, escritor, ciclista, motorista”, que gosta de barcos, do Facebook, de se divertir e passar tempo com os amigos.

www.exame.com.br

Sou um fora-da-lei

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jun 162011

Silvino Geremia, empresário em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul

Acabo de descobrir mais um desses absurdos que só servem para atrasar a vida das pessoas que tocam este país: investir em educação é contra a lei. Vocês não acreditam? Minha empresa, a Geremia, tem 25 anos e fabrica equipamentos para extração de petróleo, um ramo que exige tecnologia de ponta e muita pesquisa.

Disputamos cada pedacinho do mercado com países fortes, como os Estados Unidos e o Canadá. Só dá para ser competitivo se eu tiver pessoas qualificadas trabalhando comigo. Com essa preocupação criei, em 1988, um programa que custeia a educação em todos os níveis para qualquer funcionário, seja ele um varredor ou um técnico.

Este ano um fiscal do INSS visitou a empresa e entendeu que educação é salário indireto. Exigiu o recolhimento da contribuição social sobre os valores que pagamos aos estabelecimentos de ensino freqüentados por nossos funcionários, acrescidos de juros de mora e multa pelo não recolhimento ao INSS.

Tenho que pagar 26 000 reais à Previdência por promover a educação dos meus funcionários? Eu acho que não. Por isso recorri à Justiça. Não é pelo valor, é porque acho essa tributação um atentado. Estou revoltado. Vou continuar não recolhendo um centavo ao INSS, mesmo que eu seja multado 1 000 vezes.

O Estado brasileiro está falido. Mais da metade das crianças que iniciam a 1a série não conclui o ciclo básico. A Constituição diz que educação é direito do cidadão e dever do Estado. E quem é o Estado? Somos todos nós. Se a União não tem recursos e eu tenho, eu acho que devo pagar a escola dos meus funcionários.

Tudo bem, não estou cobrando nada do Estado. Mas também não aceito que o Estado me penalize por fazer o que ele não faz. Se a moda pega, empresas que proporcionam cada vez mais benefícios vão recuar.

Não temos mais tempo a perder. As leis retrógradas, ultrapassadas e em total descompasso com a realidade devem ser revogadas. A legislação e a mentalidade dos nossos homens públicos devem adequar-se aos novos tempos.

Por favor, deixem quem está fazendo alguma coisa trabalhar em paz. Vão cobrar de quem desvia dinheiro, de quem sonega impostos, de quem rouba a Previdência, de quem contrata mão-de-obra fria, sem registro algum.

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A Solução Gestor foi desenvolvido para atender as necessidades de Comércios em Geral. Um Sistema For Windows (baseado em janelas) Complexo e de fácil Interação com o Usuário Final.

Características Principais:

> Controle de Estoque, Financeiro, Gerencial, Administrativo e Contábil;

> Caixa Geral e Diário;

> Controle de Pedido de Compra e Venda, Ordens de Serviços e Orçamentos;

> Pedido com Calculo de Dimensões e Controle de perda de Material;

> Contas a Pagar e a Receber, Cartões de Crédito e Débito;

> Fórmulas de Pagamentos e Outras Formas;

> Controle de Comissão de Funcionários e Representantes;

> Replicação e Consulta de Produtos entre Filiais;

> Emissão de Nota e Cupom Fiscal, Nf-Paulista, NF-e (Nota Fiscal Eletrônica).

> Entre outras Facilitações que a GEW proporciona em suas Soluções, Resumindo a Solução Ideal para sua Empresa.

Agende uma apresentação do sistema :  leonardo@mdsolucoes.com

São Paulo – A Foxconn pode adiantar sua produção de iPads e iPhones no Brasil de novembro para julho deste ano, segundo reportagem publicada no jornal Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (6). A antecipação faz parte da estratégia da companhia em crescer no país ainda em 2011.

Segundo a reportagem, o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, deve se reunir com executivos da Foxconn nas próximas semanas. O presidente da empresa, Terry Gou, teria enviado uma carta diretamente à presidente Dilma Rousseff, manifestando interesse pelo início da montagem em julho e pressionando para que a Receita Federal defina a tributação dos produtos da Apple no Brasil.

Um dos entraves atuais para a produção dos produtos Apple pela Foxonn no Brasil é que os órgãos do governo hesitam em classificar os tablets como notebooks, o que reduziria impostos como PIS e Confins. Segundo a Folha, a Apple já enviou ao Brasil os primeiros lotes de componentes para montagem dos iPads.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/producao-nacional-do-ipad-pode-ser-antecipado-para-julho-diz-jornal

Segundo ele, os empreendedores vivem em um mercado de hiperconcorrência, com muito concorrentes que podem comprar todo o mercado. Por outro lado, as empresas menores tem a chance de se adaptar mais rápido. “O único ativo que pode diferenciar a empresa é a marca, porque não pode ser copiada”, diz.
Para Hélio Moreira, diretor da consultoria em marketing e marcas NewGrowing, a importância de cuidar da forma como os consumidores enxergam a sua empresa é cada dia maior. “Cuide da imagem da sua empresa, em todos os sentidos. Seja na apresentação visual ou virtual. Procure sempre padronizar as aplicações da sua marca. Sempre com muita cautela”, ensina Moreira.
Os especialistas destacam que a marca pode ser responsável por grandes movimentos no negócio. “Quando tem um resultado abaixo do esperado, a empresa começa a mudar as coisas sem saber que o problema é a marca”, afirma Fiorini. Confira a seguir seis dicas práticas para construir uma marca forte e reconhecida para o seu negócio.
Posicione-se
Você conhece os diferenciais da sua empresa? Pois tenha sempre em mente o motivo que te faz melhor do que os concorrentes. Pergunte aos colaboradores, clientes, fornecedores e todas as partes envolvidas na sua empresa como eles enxergam o seu negócio e o que pode ser feito para melhorar.
“O dia a dia nos leva de forma tão rápido que a gente esquece que está no mesmo barco e precisamos remar todos para o mesmo lado”, diz Fiorini.
Escolha um nome fácil
A dica na hora de criar um nome é ser o mais imparcial possível. “Preocupe-se com o seu cliente e não com o seu sobrenome, ou com a sigla das iniciais do nome de seus sócios”, ensina Moreira.
Padronize
Para que sua empresa fique na memória dos clientes é importante que tudo relacionado a ela passe a mesma imagem. “Propaganda, funcionários ou cartão de visita. Tudo deve ter uma padronização ímpar, inclusive o discurso das pessoas”, afirma Fiorini. Para ele, não adianta querer fazer igual às grandes corporações. “É preciso ser especifico para a realidade daquela empresa”, diz.
Desenhe sua marca
O logotipo que identifica a empresa não precisa ser rebuscado nem uma obra de arte. Para Moreira, da NewGrowing, evitar formas e desenhos é uma boa alternativa. “Se não puder investir em uma empresa para auxiliá-lo, seja mais sintético. Defina uma tipografia que esteja alinhada com o seu público ou segmento”, diz. Utilize um pouco do seu conhecimento estético e verifique se a escrita oferece legibilidade para o nome. “Não será a melhor marca, mas também não será a pior”, garante Moreira.
Seja uma opção ao cliente
Não adianta investir para que sua marca seja conhecida se você não alcançar o seu público-alvo. “Você precisa ser considerado como opção de compra. O consumidor conhece várias marcas, mas só considera opções de compra aquelas em que realmente consideram na hora de comprar”, diz Fiorini. Esse é o caminho para que as pessoas experimentem o seu produto. “Depois da primeira compra, é importante fazer com que exista uma repetição disso, um fluxo de compra o que leva a uma carteira de clientes fiéis”, explica.
Escolha uma cor
Além do nome e da logomarca, as cores também transmitem algo sobre a sua empresa. “Escolha uma cor de identidade para o seu negócio, mas antes análise seus concorrentes, de repente usar a mesma cor pode ser uma estratégia”, ensina Moreira. O mais importante, porém, é definir a cor pelo perfil do seu produto ou serviço. “Não esqueça que o público-alvo pode ser influenciado pela cor. Fique atento!”, completa.

Foi anunciado agora pela manhã que os Estados Unidos conseguiram localizar e matar o procurado terrorista Osama Bin Laden no Paquistão. As principais bolsas mundiais e futuros das bolsas dos EUA abrem em alta, trazendo a euforia das ruas norte-americanas com a notícia aos mercados. Investidores posicionados em Petrobras (PETR3 e PETR4), OGX Petróleo (OGXP3) e HRT (HRTP3) devem ficar atentos ao preço do petróleo no mercado internacional. A sensação de diminuição de riscos derrubou os preços da commodity em quase 3% hoje pela manhã. A Petrobras está em vantagem hoje por ter anunciado na sexta-feira uma forte redução no orçamento para gastos com a exploração do petróleo das camadas pré-sal. Mineradoras como Vale (VALE3 e VALE5) e MMX (MMXM3) e podem sofrer um pouco hoje também por conta de uma retração geral nos preços de commodities metálicas no mundo. No entanto, os analistas afirmam que o movimento possa ser pontual. O Dólar também subiu contra diversas moedas internacionais, movimento que poderá ser visto também no mercado nacional hoje acreditam os analistas. De qualquer forma, a tendência de queda da moeda norte-americana continua no médio prazo. Os especialistas em segurança agora acreditam que os EUA devam ficar em alerta máximo contra ataques terroristas. A morte de Osama Bin Laden é muito simbólica na luta do país contra o terrorismo islâmico e ataques aos EUA em retaliação são quase certos de que ocorram ao redor do mundo.

No dia em que apresentou seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2011, o banco Bradesco (BBDC4) amargou prejuízos na Bolsa, mesmo registrando R$ 2,7 bilhões em lucros líquidos, alta de 28% na comparação anual. Na ponta inversa o banco Santander (SANB11) liderava com folga ontem a maior valorização dentre os papéis que compõe o índice Ibovespa, com alta de 5% no dia. Os investidores aparentemente se anteciparam à divulgação dos resultados do primeiro trimestre do banco no Brasil. O Santander lucrou R$ 2 bilhões no período, alta de 17% em comparação ao primeiro trimestre de 2010. A base de ativos do banco se consolidou com aumento de 21% em doze meses, totalizando R$ 384 bilhões. A distribuição da carteira de crédito do banco está bem balanceada, com pessoas físicas representando 33%, pequenas e médias empresas 24%, grandes empresas 27% e financiamento ao consumo 16 por cento. Quase 70% do resultado da instituição advêm das operações como banco comercial. O Santander fez questão de destacar que o processo de integração depois da aquisição do Banco Real está completo. A totalidade das contas e operações foi migrada para sua plataforma de sistema unificada.

No início do ano, o americano Robert Nay tirou o badalado Angry Birds do topo da lista de jogos mais baixados da App Store, da Apple, com um game chamado Bubble Ball. Melhor: conseguiu o feito com apenas 14 anos de idade. De sua casa, nos Estados Unidos, Nay contou como surgiu a ideia do aplicativo e os benefícios que ele lhe trouxe.

Como surgiu a ideia de fazer o Bubble Ball?
Coisas de que eu gostava em outros jogos influenciaram o Bubble Ball, mas a maior parte eu inventei sozinho. O jeito de jogá-lo evolouiu à medida que ele era desenvolvido.

Qual é o segredo do sucesso do jogo?
É divertido e viciante. Você quer sempre solucionar o próximo nível. É simples, mas, ao mesmo tempo, desafiador. E você tem de usar sua criatividade para passar de fase.

Você escreveu 4.000 linhas de código de computador para criar o Bubble Ball. Como aprendeu a programar?
Aprendi a linguagem de programação Lua enquanto desenvolvia o Bubble Ball. Usei tutoriais online para aprender sozinho.

Em algum momento sua família pediu para você abandonar a ideia e voltar a estudar?
Na maior parte do tempo, eu fazia a lição de casa e outras coisas da escola antes de sentar para programar. Então, não deixei de fazer as minhas coisas. Minha família também percebeu que aquilo era algo que eu realmente gostaria de fazer.

Que ferramente você usou para escrever o jogo?
O programa que usei é o Corona SDK, que emprega o mesmo código para fazer aplicativos para o sistema iOS, da Apple, e para o Android, do Google. Ele tem um mecanismo integrado de princípios da física que é parte importante do Bubble Ball.

O Angry Birds foi desenvolvido por 17 engenheiros e você fez o Bubble Ball sozinho no seu quarto. Isso dá mais peso para o seu feito?
Mostra que, para fazer algo legal, não importa sua idade ou o tamanho da sua empresa. Se você tem uma boa ideia, as pessoas vão gostar.

O Bubble Ball ajudou você a ganhar popularidade como o Facebook fez para o Mark Zuckerberg?
Mais ou menos. Não sou uma celebridade, mas as pessoas acham legal o fato de um amigo ter aparecido em programas de TV e publicações.

Você já tem outros jogos no forno? Quais? Eles serão pagos?
As ideias de jogos são segredo, mas é muito provável que eles sejam pagos.

Algumas pessoas o chamaram de o novo Mark Zuckerberg. O que acha disso?
Espero que outras pessoas se inspirem no meu exemplo para fazer suas coisas e realizar seus sonhos.

Com a recente alta do preço do etanol (álcool combustível) e fuga dos consumidores para a gasolina, o governo federal decidiu que a situação está ficando insustentável. A presidente Dilma Rousseff já determinou mudanças na visão do governo sobre o etanol e isso irá afetar as empresas sucroalcooleiras, entendem os analistas. A primeira delas será tratar o etanol como combustível estratégico, assim como é feito com o petróleo. Dessa forma quem irá fiscalizar o setor e estabelecer metas de produção será a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e não mais o Ministério da Agricultura. A mistura do álcool na gasolina também será diminuída, mas não se sabe ainda quanto. Por lei o mínimo de álcool anidro na composição da gasolina é de 20%, mas a presidente estaria disposta a alterar a legislação. A redução de impostos para a comercialização do etanol e aumento das tarifas de exportação do açúcar também estariam em pauta. Na Bolsa os analistas acreditam que as empresas do setor como Cosan, São Martinho e Tereos deverão sofrer impacto negativo com as novas medidas. As ações da Cosan caíram forte ontem e foram destaque de perdas dentre as ações que compõem o índice Ibovespa, com desvalorização de 4% no dia.

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